No máximo, o mínimo ou no mínimo, o máximo?

No máximo, o mínimo. Numa das pesquisas mais recente que realizamos com empresas do segmento da construção, nada menos do…

No máximo, o mínimo.

Numa das pesquisas mais recente que realizamos com empresas do segmento da construção, nada menos do que 67% dos executivos pesquisados apontaram as dificuldades com mão-de obra como o principal gargalo para o desenvolvimento de suas atividades. Falta de qualificação básica ou de especializada técnica e, o pior, o baixo comprometimento dos colaboradores, são as “dores” mais frequentes.

Por outro lado, bem poucas empresas têm projetos estruturados para formação de mão-de-obra e qualificação profissional e, menos ainda, consideram desenvolver projetos voltados para educação.

No mínimo, o máximo.

Por outro lado, não é de hoje que as pesquisas de satisfação e NPS apontam que os problemas de atendimento e as dificuldades com os níveis de serviços obtidos das empresas são os principais pontos sensíveis para os consumidores, seja no B2C ou no B2B.

Além disso, o monitoramento das mídias sociais também confirma que os consumidores estão mais exigentes, conscientes de seus direitos e dispostos a reclamar por eles, cobrando providências e reparações das empresas, que precisam contingenciar rapidamente estes problemas, sob pena de sério risco reputacional.

Equilíbrio

Não há evidências seguras de que exista uma maneira de progredir nestes dois desafios através de consultorias mágicas, abordagens disruptivas ou coachings espetaculares.

Diagnóstico, prognóstico, plano de ação, sistematização de processos, definição de objetivos e métricas de resultados ainda são o caminho mais sério para obtenção de resultados consistentes e de longo prazo.

Tudo isso parte da definição de estratégias que reconheçam o papel central dos colaboradores na formação da imagem de uma marca e da reputação de uma empresa e, quem sabe até, de seu legado para a sociedade, através da disseminação do conceito de cidadania.

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Foto de Luciana A. Francisco Guerra

Luciana A. Francisco Guerra

Luciana A. Francisco Guerra sempre gostou de conectar números, pessoas e histórias reais. Com mais de nove anos lecionando Estatística e Matemática Financeira em faculdades, aprendeu na prática a tornar conceitos complexos simples e acessíveis, mostrando como a análise de dados ajuda a tomar decisões mais seguras no dia a dia.

Hoje está à frente da Somatório Inteligência, consultoria de pesquisa de mercado com 26 anos de história, cuidando do planejamento dos projetos, do dimensionamento de amostras e da qualidade de cada estudo. Sua vivência de mais de três décadas na gestão do comércio e o trabalho voluntário na capacitação de mulheres e em métricas de impacto social trazem para o seu trabalho um olhar pé no chão, que une a precisão da matemática à realidade do mercado. Sob sua gestão, a Somatório se consolida como uma empresa de pesquisa de mercado liderada por mulher, focada no rigor técnico, no respeito às pessoas e em entregas que fazem sentido para os negócios.